• Felina surge com novo formato de atuação impulsionado por IA

    Com a liderança dos sócios Marcia Esteves, Rodrigo Tórtima, Elise Passamani, Raquel Messias e Andreia Abud surge uma nova operação, a Felina. O modelo nasce para oferecer ao mercado de comunicação um novo formato de atuação, que adota conceito inédito de Lights Off Creative Company – inspirado na indústria 4.0 e nas estruturas que, a partir do produto central, conseguem otimizar sua operação sem a necessidade humana para tarefas básicas e repetitivas.

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    Na prática, a Felina traz profissionais sêniores para liderar aquilo que o talento, a capacidade e o olhar humano fazem de melhor, especialmente nas frentes criativas e de estratégia de negócios. Em paralelo, a tecnologia e a Inteligência Artificial entram como infraestrutura, garantindo qualidade, agilidade e ganho operacional em todos os processos da empresa e etapas de desenvolvimento dos projetos.

    “Desenvolvemos um sistema proprietário com as melhores soluções tecnológicas de execução, para otimizar qualquer processo necessário. Isso garante que nós tenhamos tempo e espaço para nos dedicar ao que fazemos de melhor, que é construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas que nenhuma máquina consegue sozinha”, esclarece Marcia Esteves, CEO da Felina.

    Além de Marcia no comando executivo e de negócios, a operação traz lideranças como criação, com o Chief Creative Officer (CCO) Rodrigo Tórtima; operações, com a Chief Operating Officer (COO) Elise Passamani; estratégia, com a Chief Strategy Officer (CSO) Raquel Messias; e mídia, com a Chief Data & Media Officer (CDMO) Andreia Abud. Também integra o time de C-Levels Joaquim Fantin, como Chief Technology Officer (CTO).

    IA escala, humano decide

    Como base de sustentação do modelo da Felina, a empresa apresenta sua plataforma de tecnologia proprietária, que foi desenvolvida de forma 100% personalizada para a operação, com base nas demandas e necessidades específicas da publicidade e das marcas, ela oferece o ecossistema necessário para cada uma das áreas.

    “Não somos uma empresa de tecnologia que faz comunicação. A IA, para nós, é a infraestrutura que permite uma inversão deliberada da lógica das agências tradicionais. Em vez de grandes estruturas, onde talentos sêniores gastam energia gerenciando a operação, a Felina automatiza o operacional para que toda a senioridade esteja voltada ao que gera valor: construir marcas, criar campanhas que movem negócios e resolver problemas de negócio que nenhuma máquina resolve sozinha”, conclui Elise Passamani.

    Atendido em fase beta, a Felina traz como cliente inaugural o Edifício Copan. Através de seu processo personalizado, a empresa desenvolveu o novo posicionamento e identidade visual do ícone da arquitetura paulistana, projetado por Oscar Niemeyer. O resultado do projeto será apresentado já nas próximas semanas.

    Renata Suter

    Jornalista e coordenadora do Prêmio Colunistas Rio, Centro-Leste e Espírito Santo, Renata Suter é editora-chefe da Janela Publicitária

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